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Política

Com Nota A+ garantida em gestão fiscal, governador Ricardo vai priorizar novos investimentos no Espírito Santo

“Ter uma situação fiscal responsável não pode ser o fim, mas um meio de transformar vidas. Com um Estado organizado, podemos garantir recursos para o que mais importa para a população, que são as obras e serviços que mudam a vida de forma direta. Precisamos seguir nesse caminho sólido e organizado,

Elimar Cortes 12 de Agosto de 2026 4 min de leitura
Com Nota A+ garantida em gestão fiscal, governador Ricardo vai priorizar novos investimentos no Espírito Santo

O governador Ricardo Ferraço (MDB) afirmou nesta quarta-feira (12/08) que a  Nota A+ em gestão fiscal alcançada, mais uma vez, pelo Espírito Santo é um recado de que o Estado está no caminho certo e dá ao seu Governo a garantia de priorizar, ainda mais, a implementação de novos investimentos no Estado. Por três anos consecutivos, o Governo capixaba conquista nota máxima da Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

A classificação máxima é resultado da combinação de duas avaliações: o Estado obteve Nota A na Capacidade de Pagamento (Capag), que mede a saúde financeira e a capacidade de honrar compromissos, e Nota A no Ranking da Qualidade da Informação Contábil e Fiscal, que verifica a precisão, a integridade e a qualidade dos dados apresentados pelos entes federativos.

Para Ricardo Ferraço, a responsabilidade fiscal deve ser entendida como um instrumento para garantir investimentos e transformar a vida da população. “A Nota A+ é uma conquista dos capixabas. Desde 2012 temos um Estado organizado. Ter uma situação fiscal responsável não pode ser o fim, mas um meio de transformar vidas. Com um Estado organizado, podemos garantir recursos para o que mais importa para a população, que são as obras e serviços que mudam a vida de forma direta. Precisamos seguir nesse caminho sólido e organizado, pois, com a base sólida que construímos nos últimos anos, vamos avançar muito mais e seguir referência para o País”, afirmou o governador.

O ano de 2012 marcou o segundo ano do primeiro mandato de Renato Casagrande (PSB) à frente do Governo do Estado. Em 2015, com a gestão do ex-governador Paulo Hartung (PSD), o Espírito Santo perdeu o rumo, deixando de promover investimentos importantes. Em 2019, quando Casagrande voltou ao Poder, depois de eleito no primeiro turno das eleições de 2018, o Estado voltou a crescer e fazer bonito no cenário econômico do País. Casagrande foi reeleito em 2022 e deixou o Governo em abril de 2026 para se candidatar ao Senado. Ricardo Ferraço entrou em seu lugar e agora é candidato à reeleição.

A confirmação da  Nota A+ em gestão fiscal veio na terça-feira (11/08) pela STN, em Nota Técnica encaminhada à Secretaria da Fazenda (Sefaz). Com ele, o Espírito Santo mantém a classificação máxima nesse indicador há 15 anos consecutivos. Já a Nota A no Ranking da Qualidade da Informação Contábil e Fiscal foi divulgada em junho. Na prática, segundo o governador Ricardo Ferraço, a Nota A+ coloca o Espírito Santo entre os Estados com melhor desempenho em gestão fiscal, refletindo equilíbrio das contas públicas, capacidade financeira e elevado padrão de qualidade e confiabilidade das informações fiscais e contábeis.

Desde que a STN passou a utilizar a classificação A+, em 2024, o Espírito Santo alcança a nota máxima. O resultado reforça a solidez das contas públicas e o compromisso do Estado com a responsabilidade fiscal, a transparência e a qualidade das informações.

A Nota Técnica da STN atesta, ainda, o cumprimento das metas do Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal do Estado (PAF), que considera indicadores relacionados ao endividamento, ao resultado primário, às despesas com pessoal, à arrecadação, à gestão pública e à disponibilidade de caixa líquido.

O que significa a Nota A+

A classificação A+ foi instituída pela STN em 2024 para distinguir os entes federativos que alcançam o mais elevado nível de excelência na gestão fiscal e na qualidade das informações contábeis e fiscais.

Para obter a classificação máxima, o Estado precisa alcançar Nota A nos três indicadores que compõem a Capacidade de Pagamento (Capag): endividamento, poupança corrente e liquidez relativa. Esses indicadores avaliam, respectivamente, a capacidade de solvência, o equilíbrio entre receitas e despesas correntes e a disponibilidade de recursos em caixa. A Capag é utilizada pelo Tesouro Nacional para avaliar a situação fiscal de Estados e municípios que pretendem contratar operações de crédito com garantia da União.

Além disso, é necessário obter Nota A no Ranking da Qualidade da Informação Contábil e Fiscal. Neste ano, a avaliação considerou 207 quesitos, 24 a mais que no levantamento anterior. Foram analisadas informações constantes da Declaração de Contas Anuais (DCA), do Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO), do Relatório de Gestão Fiscal (RGF) e da Matriz de Saldos Contábeis (MSC), além da compatibilidade entre os dados contábeis e fiscais informados pelos entes públicos.

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