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O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e vice-presidente, Geraldo Alckmin, disse nesta sexta-feira (06/03), em Colatina, Região Noroeste do Espírito Santo, que a definição em continuar formando chapa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nas eleições deste ano, “vai ser tomada mais à frente”. No entanto, Alckmin afirmou que é uma honra em participar do Governo Federal e enumerou diversas ações da gestão Lula e salientou que ele participa desse sucesso.

Geraldo Alckmin esteve no Estado, ao lado do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para entregas estratégicas a fim de ampliar o acesso à saúde no Espírito Santo. Ele confirmou que, em abril, vai deixar o cargo de ministro, conforme determina a Legislação Eleitoral para quem vai disputar a eleição de outubro. Perguntado se esse ato significa que será candidato no Estado de Sã Paulo – onde ele já foi governador –, o vice-presidente deixou claro que “não”. E explicou:

“Eu vou deixar o Ministério no prazo que a lei estabelece, que é, provavelmente, até o dia 2 de abril. A desincompatibilização da vice-presidência não há necessidade. Do ministério sim. A definição de candidaturas será mais à frente um pouquinho. Sobre São Paulo, o que a gente tem é o ministro [da Fazenda] Fernando Haddad, ótimo candidato; o Márcio França, que foi governador; a ministro Simone Tebet [Planejamento], que pode ir para São Paulo. Então, você tem aí um conjunto de alternativas.”
Indagado pelo Blog do Elimar Côrtes se a tendência é a de continuar formando dobradinha com o presidente Lula, Alckmin afirmou:

“Essa é uma definição mais à frente, mas quero dizer que estou muito honrado e muito feliz de participar com o presidente Lula, ajudando o Brasil. A política é também comparação, e é inegável que nós avançamos no meio ambiente, por exemplo. Saímos do desmatamento e vamos chegar a desmatamento ilegal zero. Avançamos na saúde…Hoje temos mais médicos, farmácias. Há melhorias importantes na educação, como o Pé de Meia para o jovem não abandonar o ensino médio. O País registra a menor inflação nas últimas décadas, a menor taca de desemprego.”

(Fotos: Rodrigo Zaca/Governo-ES)