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Pesquisa do Instituto Paraná aponta que 76,3% dos brasileiros consideram que a Polícia Militar do Rio de Janeiro agiu corretamente em matar o bandido que, por cerca de quatro horas, manteve como reféns 39 passageiros de um ônibus, no vão central da Ponte Rio-Niterói, no dia 20 de agosto de 2019. A ação policial salvou a vida dos passageiros, que eram ameaçados de morte pelo sequestrador que falava em explodir o ônibus.

A PM e a Polícia Rodoviária Federal cercaram o ônibus, abriram negociação com o sequestrador,  Willian Augusto da Silva, mas ele não se rendeu. De posse de um galão de combustível e fósforo, ele ameaçou explodir o ônibus. O criminoso saiu do veículo e entregou uma mochila aos policiais. Ao voltar para o ônibus, acabou sendo baleado por atiradores de elite da PM. E morreu.

A Região Sul do País foi onde a PM carioca mais obteve apoio para sua ação, com
79,2% de aprovação das pessoas entrevistadas. O Instituto Paraná entrevistou 2.020 pessoas com 16 anos ou mais em 26 Estados e Distrito Federal, abrangendo 152 municípios brasileiros entre os dias 21 e 26 de agosto 2019.

Pelo menos 88,3% das pessoas entrevistadas responderam que tomaram conhecimento do sequestro do ônibus na Ponte Rio-Niterói. Deste universo, 76,3% apoiam a ação policial, enquanto 17,7% reprovam e 6% não souberam responder. Clique aqui para ter acesso à íntegra da pesquisa.

O presidente Jair Bolsonaro parabenizou os policiais do Rio do Janeiro pela “ação bem-sucedida” durante o sequestro de um ônibus. “Criminoso neutralizado e nenhum refém ferido. Hoje não chora a família de um inocente”, escreveu em sua conta pessoal no Twitter.

O sequestro durou cerca de 4 horas. Um homem armado ameaçava passageiros de um ônibus da empresa Galo Branco, que saiu no início da manhã de São Gonçalo em direção ao Rio, com 39 passageiros.

No mesmo dia, o governador do Rio, Wilson Witzel, também comemorou com gestos a operação da Polícia Militar que pôs fim ao sequestro. “O ideal era que todos saíssem vivos, mas preferimos salvar os reféns”.