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Capacidade de dialogar e inovar. Este foi o tema central da primeira semana de horário eleitoral gratuito na TV apresentado pela campanha de Lucas Scaramussa, candidato pelo Podemos à Prefeitura de Linhares. E o impacto da mensagem já começa a ser percebido, com mais pessoas participando dos eventos nos bairros e em pesquisa divulgada na última quarta-feira (04/09). A chapa formada por Lucas, que é deputado estadual, e Franco Fiorot (União Brasil) lidera as intenções de voto com 43,3%, segundo levantamento da Futura Inteligência, encomendado pela Rede Vitória.

Ainda segundo a pesquisa, Lucas é seguido pelo atual prefeito, Bruno Marianelli (Republicanos), que aparece com 18,7%. Maurinho Rossoni (PL), tem 6,8% das intenções de voto. Já o candidato Galego (PT) surge no quarto lugar, com 0,8%. Votos nulos e brancos somam 6,2% e eleitores indecisos ou que não souberam responder correspondem a 24,2%. Segundo a Rede Vitória, foram realizadas 400 entrevistas por telefone assistido por computador, entre 27 e 30 de agosto de 2024, com eleitores de 16 anos ou mais. A pesquisa tem margem de erro de 4,9 pontos percentuais para mais ou para menos e índice de confiabilidade de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número ES-03754/2024.

“Este é um bom indicativo de que o linharense deseja uma renovação na gestão municipal, a ser liderada por um prefeito que conheça cada canto da cidade, veja de perto os problemas e possa buscar soluções conversando com as pessoas”, comentou Lucas. São essas pessoas por sinal que Lucas intitula de “donos da cidade”. Trata-se, segundo ele, “daqueles pessoas que trabalham, geram riqueza e prosperidade para município, que conhecem as potencialidades e que vivenciam diariamente as principais carências do município que está entre as maiores economias do Espírito Santo.”

O candidato pelo Podemos lembra que uma boa gestão pública se importa com o outro, ouve, convida para a participação, para poder tomar as melhores decisões. Outro vídeo apresentado na TV mostra que questões estruturais básicas, como falta de drenagem, podem afetar a vida da população: “São mais de 80 famílias, neste caso, que sofrem com alagamentos e correm o risco de perder bens que levaram anos para adquirir. Este exemplo demonstra a falta de sensibilidade da atual gestão com demandas urgentes.” Para Lucas, “a cidade evoluiu, mas a política não. E se passou a devolver muito pouco do que ela produz para as pessoas”, afirma.